A área de saúde já se apresenta como uma forte tendência para inovação e investimentos muito antes da pandemia do vírus COVID-19 acontecer.

Esse segmento de mercado aumenta bastante e não é de hoje: até junho deste ano, o investimento em startups do setor atingiu US$ 66,5 milhões. E o número de healthtechs no país chegou a 542, quase o dobro de dois anos atrás – de acordo com uma pesquisa realizada pelo hub de inovação Distrito

Para quem está de olho nas healthtechs, uma das maneiras mais simples de contribuir e investir é através da modalidade investidor-anjo. Investidores-anjo são aquelas pessoas que contribuem financeiramente no no início da startup para que as pessoas por trás do projeto consigam dar continuidade ao seus trabalhos. Os valores não precisam ser muito altos.

O investidor-anjo pode entrar com recursos financeiros ou também com seu conhecimento e expertise, oferecendo também um capital intelectual para o projeto. Geralmente esses investidores são pessoas com bastante experiência no mercado e com uma carreira bem-sucedida.

Nessa modalidade, o investidor estará presente no dia a dia da empresa, não em questões operacionais, mas como alguém que pode trazer bons insights, uma vez que conhece bem o mercado e outras empresas similares.

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