No começo do último mês, uma mulher faleceu na Alemanha depois que um hospital foi vítima de um ransomware: o ataque congelou os sistemas operacionais do hospital e o impossibilitou de continuar realizando seus atendimentos.

O hospital em questão foi o Düsseldorf University Hospital e a vítima possuía um tratamento crítico agendado para o dia do ataque. A equipe médica ainda tentou realocá-la para outra instituição a 30 quilômetros de distância. No entanto, ela não resistiu e acabou falecendo.

As autoridades alemãs já investigam e consideram o incidente como homicídio. Ransomware é um tipo de software nocivo que restringe o acesso ao sistema operacional infectado criando uma espécie de bloqueio. Geralmente os invasores cobram o resgate em criptomoedas para que o acesso possa ser restabelecido. Caso não seja pago, os arquivos infectados podem ser perdidos e até mesmo publicados.

Embora a situação possa parecer improvável, especialistas contatados pela Fox News ressaltam que o ataque era perfeitamente previsível: as instituições e redes hospitalares dificilmente estão preparadas para se defender de ataques cibernéticos, mesmo que a maioria dos equipamentos usados para tratar os pacientes sejam cada vez mais conectados em sistemas de redes locais.

O ocorrido serve como um alerta: é urgente a necessidade de revisar a proteção dos ambientes e redes virtuais associadas ao funcionamento de operações dos hospitais.

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